Mulheres: façam de sua saúde, sua prioridade
 
Mulheres: façam de sua saúde, sua prioridade

Mulheres: façam de sua saúde, sua prioridade

Um infarto aos 42 anos ajudou Jen Stevens, uma mãe super ocupada, a cuidar melhor de si.

Esse tipo de mãe nós conhecemos: altruísta. Sempre disposta a sacrificar a si mesma para satisfazer a vontade dos filhos. Essa é Jen Stevens.

 “O que eu mais amo em minha mãe é que, provavelmente, ela sempre coloca a mim e minhas irmãs na frente de qualquer coisa”, diz sua filha mais velha, Lana. “Ela sempre fará de tudo para que não nos falte nada, mesmo que isto signifique se colocar em último lugar ou ficar sem alguma coisa que ela precise.”

Quando Jen, mãe, solteira e com três filhas em Edimburgo, na Escócia, começou a sentir dores no peito há dois anos, ela culpou o estresse. “Eram sintomas diferentes e graduais. E o mais importante, todas as dores eram em meu peito,” disse Jen. “Eram episódios muito rápidos, mas se tornaram mais frequentes, e eu não levei tão a sério.”

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Mas, um dia, enquanto trabalhava, a dor piorou. Seus colegas de trabalho chamaram a ambulância e ela foi rapidamente levada ao hospital mais próximo. Um dos exames solicitados pelos médicos que atenderam Jen foi o teste da Abbott - ARCHITECT STAT HIGH SENSITIVE TROPONIN I- que mede, a partir de uma amostra de sangue, os níveis da proteína chamada troponina no corpo, auxiliando a identificar se o músculo do coração foi danificado. O resultado rápido fornecido pelo teste determinou que ela estava, sim, tendo um infarto do coração. Felizmente, ela teve a chance de ter um tratamento rápido no hospital. Hoje, Jen voltou a ter uma vida saudável com suas filhas e seus cachorros.

“Foi nesse momento que eu percebi que precisava cuidar mais de mim. Que era um investimento não apenas na minha saúde, mas no futuro das minhas filhas”, diz Jen, agora com 43 anos.

Assim como muitas mulheres ao redor do mundo, Jen Stevens colocou as necessidades de sua família em primeiro lugar. Às vezes, suas próprias necessidades não estavam nem na lista. “Se ela tentar ser um pouco menos altruísta, sua saúde melhorará, pois ela terá mais tempo para cuidar de si mesma. Ela é importante”, diz sua filha Amy, de 16 anos.

Dois anos depois de sofrer um ataque cardíaco, Jen está muito mais ativa fisicamente do que costumava ser. “Eu sabia que precisava de mudanças e de mais tempo para mim mesma. Acho que é terapêutico sair todos os dias. Encontre algo que você gosta, e quando tiver certeza que encontrou, garanta que isso fará parte de sua vida todos os dias, nem que seja por apenas 20 minutos ou meia hora. Faça algo que ame todos os dias.”

Para Jen, o autocuidado inclui reduzir o estresse e ter “uma mente calma e feliz”. E isso ela consegue passando momentos de qualidade com suas filhas. “Nós reservamos um tempo para nós, saímos juntas. E isso fortalece, é valioso e gratificante. Nos faz mais feliz”, ela diz. “Isso faz você sorrir, te deixa mais leve – e eu definitivamente tiro mais tempo para fazer isso.”

 “Aquele velho ditado ‘O que não te mata, te faz mais forte’ é real, sim. Você reavalia as áreas da sua vida, e ao mesmo tempo te ajudam a ter mais consciência da vida. Faz você perceber o que tem e o quão importante é se manter forte e se manter saudável”.

A vida deu uma segunda chance a Jen. E ela é grata por isso. “Eu tenho compartilhado a minha história”, ela diz. “Consigo ensinar às pessoas, do meu próprio jeito, o que aconteceu comigo e as mudanças que eu fiz. E como eu gerenciei tudo para melhorar minha vida.”