MANTENDO O RITMO COM O DIABETES
 
mantendo o ritmo com o diabetes

MANTENDO O RITMO COM O DIABETES

Courtney Duckworth eliminou as rotineiras picadas nos dedos1  e melhorou seu controle de glicemia.

Eram 6 da manhã de um sábado e Courtney Duckworth, na época com 19 anos, estava ao telefone com o pessoal do resgate em busca de ajuda. Durante uma longa corrida por uma área isolada, o açúcar no sangue de Courtney caiu para um nível perigoso. Felizmente, um motorista que passava pelo local a viu, a socorreu e deu a ela vários sucos em caixinha para fazer com que o seu nível de açúcar em sangue voltasse ao normal.

“Foi o momento mais assustador da minha vida”, diz Courtney, que foi diagnosticada com diabetes tipo 1 aos dez anos de idade. Com um passado de competições de patinação artística, na universidade ela decidiu que iria treinar e correr sua primeira maratona. Era um de seus objetivos de vida, e ela não permitiria que o diabetes tipo 1 a atrapalhasse.

Ela testava sua glicemia regularmente – antes, durante e depois de cada corrida –, geralmente várias vezes ao dia. Seu médico a chamava de “supertestadora”. Mas nem sempre isso bastava para manter seu nível de glicose dentro de uma faixa ideal.

O resgate naquela manhã ensinou a ela uma lição importante. “Aprendi do pior jeito a importância do controle da glicose, principalmente ao fazer exercícios”, diz Courtney, que atualmente trabalha no Centro Médico Nacional para Crianças e está prestes a começar o curso de medicina.

Desde aquele treino assustador, Courtney já correu quatro maratonas. Em 2018, ela passou a treinar para as maratonas de um jeito totalmente diferente.

Durante as corridas, ela não fura mais os dedos2. Em vez disso, ela aproxima um leitor portátil de um sensor, o nível de glicose atual aparece imediatamente no leitor, junto com informações sobre como sua glicose tem variado e uma previsão baseada na tendência de variação.

Essa tecnologia é possível graças ao FreeStyle Libre - Sistema Flash de Monitoramento de Glicose, da Abbott.

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“Quando você está tentando fazer seu melhor tempo, a última coisa que quer é parar”, diz. “Enquanto eu corria, carregava um glicosímetro. tiras de lancetas e parava toda hora para medir meu nível de glicose. Acabava me atrapalhando com o monitor enquanto corria. Agora, posso ser uma “supertestadora” sem problema nenhum. Isso não me faz perder tempo.”

Ela explica que as informações adicionais sobre sua glicose a ajudam a controlar mais efetivamente seu diabetes, esteja ela correndo, trabalhando, estudando, passeando com amigos ou jantando.

E o melhor: isso lhe dá confiança. “Eu costumava pensar o tempo todo em como estaria minha glicose. Estava sempre tentando calcular e prever o que estava acontecendo no meu organismo”, diz. “Agora, eu sei”.

  1. Escanear o sensor para leitura da glicose não requer lancetas.
  2. Há três circunstâncias nas quais o teste de ponta de dedo é necessário: a) Durante períodos de rápida alteração nos níveis da glicose (a glicose do fluido intersticial pode não refletir com precisão o nível da glicose no sangue); b) Para confirmar uma hipoglicemia ou uma iminente hipoglicemia registrada pelo sensor; c) Quando os sintomas não corresponderem às leituras do sistema flash de monitoramento da glicose