Dried Blood Spot: acesso mais fácil para os testes de carga viral do HIV
 

Dried Blood Spot: acesso mais fácil para os testes de carga viral do HIV

A cada dia, os portadores do vírus HIV têm mais possibilidades de uma vida mais saudável e produtiva, principalmente se tiverem acesso a testes que medem a quantidade do HIV no sangue (teste de carga viral) e à medicação com antiretrovirais. Adesão à terapia pode reduzir a carga viral no organismo a ponto de o HIV chegar a níveis indetectáveis, minimizando o risco à saúde do portador.

Hoje, um dos desafios enfrentados na luta contra o HIV é que as pessoas que vivem em áreas remotas têm mais dificuldade de acesso a esses testes, podendo prejudicar o diagnóstico, o monitoramento e o tratamento do paciente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o teste de carga viral como principal ferramenta de monitoramento para o HIV.

Nesse contexto, há uma nova maneira de realizar os testes de carga viral de HIV-1 de forma fácil na coleta e no transporte, e mais eficiente em termos de custo: é o Dried Blood Spot (DBS), que utiliza uma única amostra de sangue seco em papel filtro. Esse tipo de teste amplia o acesso ao monitoramento do HIV-1 em áreas remotas, melhorando sua capacidade de atender às necessidades de teste de carga viral da população.

Com monitoramento preciso e design exclusivo de teste, as amostras coletadas facilitam o armazenamento e transporte do sangue: uma vez levado para análise em laboratório, reduz drasticamente a necessidade de conservação e acondicionamento especial.

O Dried Blood Spot (DBS) já foi aplicado com sucesso no continente africano, e ajudará no diagnóstico do HIV em outras partes do mundo. Além disso, poderá contribuir para o atingimento de metas 90-90-90, definidas pelo UNAIDS, programa conjunto das nações unidas sobre HIV/AIDS, por ter os benefícios que atingem áreas remotas e em desenvolvimento.

Com essas metas, estima-se que, até 2020, 90% das pessoas com HIV estejam diagnósticas, 90% em tratamento e 90%  tenha suas cargas virais suprimidas (níveis indetectáveis)3. Atualmente, mais de 36 milhões de pessoas têm HIV no mundo, sendo cerca de 830 mil somente no Brasil.

 

 

 “As informações são fornecidas para fins informativos somente e não substitituem  a orientação de médico ou outro profissional de saúde. Você não deve utilizar a informação contida aqui para diagnosticar um problema de saúde  ou doença. Você deve sempre consultar um médico ou outro profissional de saúde.”

 

1-Abbott Internal Data (AMD00003544);

2- Abbott Internal Data (AMD00003545);

3- Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) http://unaids.org.br/tag/90-90-90/.